A Morte, como companheira...
Sem nada, e sem ninguém
Minha companheira morte,
Leva-me pra além, pa poder ficar com sorte
Vou deixar de ser amigo,
Daqueles que me rodeiam
Vou ser a preferido, daqueles que mais me odeiam
Talvez esses sim, sejam amigos de verdade
Não sejam como os/as outros/as, que é só ódio e falsidade
Estou farto disto tudo
E que brinquem comigo
Não sou nenhum palhaço
Pois eu sei o que digo
Não para de nevar
Já me tou a passar
Estou a ficar gelado
A morte está a chegar
Anda lá vem me buscar
Estou farto de aqui estar
Não sei o que fazer
Para deixar de sofrer
Está tudo tão branco
No meio da escuridão
Parece mentira
Mas olha que não é não
As casas geladas
O gelo a derreter
Parece um inferno
Mas hoje irei por fim...
Morrer.
Amo-teeeeeeeeeee